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VISÃO
MINISTERIAL
Acreditamos que Deus é um, mas sua
graça é multiforme. Esse Seminário
visa ensinar as doutrinas essenciais
e formar obreiros para os varios ministérios. Por tanto
somos
interdenominacionais.
Posição Teológica
Por sermos um ministério interdenominacional,
nós temos assumido como nossa
declaração de fé ou
posição teológica o Pacto de
Lausanne, especialmente por causa de sua
abrangência evangélica.
1. O Propósito de Deus
Afirmamos a nossa
crença no único Deus eterno, Criador e Senhor do
Mundo, Pai, Filho e
Espírito Santo, que governa todas as coisas segundo o
propósito da sua
vontade. Ele tem chamado do mundo um povo para si, enviando-o novamente
ao mundo como seus servos e testemunhas, para estender o seu reino,
edificar o corpo de Cristo, e também para a
glória do seu nome.
Confessamos, envergonhados, que muitas vezes negamos o nosso chamado e
falhamos em nossa missão, em razão de nos termos
conformado ao mundo ou
nos termos isolado demasiadamente. Contudo, regozijamo-nos com o fato
de que, mesmo transportado em vasos de barro, o evangelho continua
sendo um tesouro precioso. À tarefa de tornar esse tesouro
conhecido,
no poder do Espírito Santo, desejamos dedicar-nos novamente.
2.
A Autoridade e
o Poder da Bíblia
Afirmamos a inspiração divina, a veracidade e
autoridade das Escrituras
tanto do Velho como do Novo Testamento, em sua totalidade, como
única
Palavra de Deus escrita, sem erro em tudo o que ela afirma, e a
única
regra infalível de fé e prática.
Também afirmamos o poder da Palavra de
Deus para cumprir o seu propósito de
salvação. A mensagem da Bíblia
destina-se a toda a humanidade, pois a revelação
de Deus em Cristo e na
Escritura é imutável. Através dela o
Espírito Santo fala ainda hoje.
Ele ilumina as mentes do povo de Deus em toda cultura, de modo a
perceberem a sua verdade, de maneira sempre nova, com os
próprios
olhos, e assim revela a toda a igreja uma porção
cada vez maior da
multiforme sabedoria de Deus.
3.
A Unicidade e
a Universalidade de Cristo
Afirmamos que há um só Salvador e um
só evangelho, embora exista uma
ampla variedade de maneiras de se realizar a obra de
evangelização.
Reconhecemos que todos os homens têm algum conhecimento de
Deus através
da revelação geral de Deus na natureza. Mas
negamos que tal
conhecimento possa salvar, pois os homens, por sua
injustiça, suprimem
a verdade. Também rejeitamos, como depreciativo de Cristo e
do
evangelho, todo e qualquer tipo de sincretismo ou de diálogo
cujo
pressuposto seja o de que Cristo fala igualmente através de
todas as
religiões e ideologias. Jesus Cristo, sendo ele
próprio o único
Deus-homem, que se ofereceu a si mesmo como único resgate
pelos
pecadores, é o único mediador entre Deus e os
homens. Não existe nenhum
outro nome pelo qual importa que sejamos salvos. Todos os homens
estão
perecendo por causa do pecado, mas Deus ama todos os homens, desejando
que nenhum pereça, mas que todos se arrependam. Entretanto,
os que
rejeitam Cristo repudiam o gozo da salvação e
condenam-se à separação
eterna de Deus. Proclamar Jesus como "o Salvador do mundo"
não é
afirmar que todos os homens, automaticamente, ou ao final de tudo,
serão salvos; e muito menos que todas as
religiões ofereçam salvação
em
Cristo. Trata-se antes de proclamar o amor de Deus por um mundo de
pecadores e convidar todos os homens a se entregarem a ele como
Salvador e Senhor no sincero compromisso pessoal de arrependimento e
fé. Jesus Cristo foi exaltado sobre todo e qualquer nome.
Anelamos pelo
dia em que todo joelho se dobrará diante dele e toda
língua o
confessará como Senhor.
4.
A Natureza da
Evangelização
Evangelizar é difundir as boas novas de que Jesus Cristo
morreu por
nossos pecados e ressuscitou segundo as Escrituras, e de que, como
Senhor e Rei, ele agora oferece o perdão dos pecados e o dom
libertador
do Espírito a todos os que se arrependem e crêem.
A nossa presença
cristã no mundo é indispensável
à evangelização, e o mesmo se
dá com
aquele tipo de diálogo cujo propósito
é ouvir com sensibilidade, a fim
de compreender. Mas a evangelização propriamente
dita é a proclamação
do Cristo bíblico e histórico como Salvador e
Senhor, com o intuito de
persuadir as pessoas a vir a ele pessoalmente e, assim, se
reconciliarem com Deus. Ao fazermos o convite do evangelho,
não temos o
direito de esconder o custo do discipulado. Jesus ainda convida todos
os que queiram segui-lo e negarem-se a si mesmos, tomarem a cruz e
identificarem-se com a sua nova comunidade. Os resultados da
evangelização incluem a obediência a
Cristo, o ingresso em sua igreja e
um serviço responsável no mundo.
5.
A
Responsabilidade Social Cristã
Afirmamos que Deus é o Criador e o Juiz de todos os homens.
Portanto,
devemos partilhar o seu interesse pela justiça e pela
conciliação em
toda a sociedade humana, e pela libertação dos
homens de todo tipo de
opressão. Porque a humanidade foi feita à imagem
de Deus, toda pessoa,
sem distinção de raça,
religião, cor, cultura, classe social, sexo ou
idade possui uma dignidade intrínseca em razão da
qual deve ser
respeitada e servida, e não explorada. Aqui
também nos arrependemos de
nossa negligência e de termos algumas vezes considerado a
evangelização
e a atividade social mutuamente exclusivas. Embora a
reconciliação com
o homem não seja reconciliação com
Deus, nem a ação social
evangelização, nem a
libertação política
salvação, afirmamos que a
evangelização e o envolvimento
sócio-político são ambos parte do
nosso
dever cristão. Pois ambos são
necessárias expressões de nossas
doutrinas acerca de Deus e do homem, de nosso amor por nosso
próximo e
de nossa obediência a Jesus Cristo. A mensagem da
salvação implica
também uma mensagem de juízo sobre toda forma de
alienação, de opressão
e de discriminação, e não devemos ter
medo de denunciar o mal e a
injustiça onde quer que existam. Quando as pessoas recebem
Cristo,
nascem de novo em seu reino e devem procurar não
só evidenciar mas
também divulgar a retidão do reino em meio a um
mundo injusto. A
salvação que alegamos possuir deve estar nos
transformando na
totalidade de nossas responsabilidades pessoais e sociais. A
fé sem
obras é morta.
6.
A Igreja e a
Evangelização
Afirmamos que Cristo envia o seu povo redimido ao mundo assim como o
Pai o enviou, e que isso requer uma penetração de
igual modo profunda e
sacrificial. Precisamos deixar os nossos guetos
eclesiásticos e
penetrar na sociedade não-cristã. Na
missão de serviço sacrificial da
igreja a evangelização é primordial. A
evangelização mundial requer que
a igreja inteira leve o evangelho integral ao mundo todo. A igreja
ocupa o ponto central do propósito divino para com o mundo,
e é o
agente que ele promoveu para difundir o evangelho. Mas uma igreja que
pregue a Cruz deve, ela própria, ser marcada pela Cruz. Ela
torna-se
uma pedra de tropeço para a
evangelização quando trai o evangelho ou
quando lhe falta uma fé viva em Deus, um amor
genuíno pelas pessoas, ou
uma honestidade escrupulosa em todas as coisas, inclusive em
promoção e
finanças. A igreja é antes a comunidade do povo
de Deus do que uma
instituição, e não pode ser
identificada com qualquer cultura em
particular, nem com qualquer sistema social ou político, nem
com
ideologias humanas.
7. Cooperação na
Evangelização
Afirmamos que é
propósito de Deus haver na igreja uma unidade
visível de pensamento
quanto à verdade. A evangelização
também nos convoca à unidade, porque
o ser um só corpo reforça o nosso testemunho,
assim como a nossa
desunião enfraquece o nosso evangelho de
reconciliação. Reconhecemos,
entretanto, que a unidade organizacional pode tomar muitas formas e
não
ativa necessariamente a evangelização. Contudo,
nós, que partilhamos a
mesma fé bíblica, devemos estar intimamente
unidos na comunhão uns com
os outros, nas obras e no testemunho. Confessamos que o nosso
testemunho, algumas vezes, tem sido manchado por pecaminoso
individualismo e desnecessária
duplicação de esforço. Empenhamo-nos
por
encontrar uma unidade mais profunda na verdade, na
adoração, na
santidade e na missão. Instamos para que se apresse o
desenvolvimento
de uma cooperação regional e funcional para maior
amplitude da missão
da igreja, para o planejamento estratégico, para o
encorajamento mútuo,
e para o compartilhamento de recursos e de experiências.
8. Esforço Conjugado de Igrejas
na Evangelização
Regozijamo-nos com o alvorecer de uma nova era missionária.
O papel
dominante das missões ocidentais está
desaparecendo rapidamente. Deus
está levantando das igrejas mais jovens um grande e novo
recurso para a
evangelização mundial, demonstrando assim que a
responsabilidade de
evangelizar pertence a todo o corpo de Cristo. Todas as igrejas,
portando, devem perguntar a Deus, e a si próprias, o que
deveriam estar
fazendo tanto para alcançar suas próprias
áreas como para enviar
missionários a outras partes do mundo. Deve ser permanente o
processo
de reavaliação da nossa responsabilidade e
atuação missionária. Assim,
haverá um crescente esforço conjugado pelas
igrejas, o que revelará com
maior clareza o caráter universal da igreja de Cristo.
Também
agradecemos a Deus pela existência de
instituições que laboram na
tradução da Bíblia, na
educação teológica, no uso dos meios
de
comunicação de massa, na literatura
cristã, na evangelização, em
missões, no avivamento de igrejas e em outros campos
especializados.
Elas também devem empenhar-se em constante auto-exame que as
levem a
uma avaliação correta de sua efetividade como
parte da missão da
igreja.
9. Urgência da Tarefa
Evangelística
Mais de
dois bilhões e setecentos milhões de pessoas, ou
seja, mais de dois
terços da humanidade, ainda estão por serem
evangelizadas. Causa-nos
vergonha ver tanta gente esquecida; continua sendo uma reprimenda para
nós e para toda a igreja. Existe agora, entretanto, em
muitas partes do
mundo, uma receptividade sem precedentes ao Senhor Jesus Cristo.
Estamos convencidos de que esta é a ocasião para
que as igrejas e as
instituições para-eclesiásticas orem
com seriedade pela salvação dos
não-alcançados e se lancem em novos
esforços para realizarem a
evangelização mundial. A
redução de missionários estrangeiros e
de
dinheiro num país evangelizado algumas vezes talvez seja
necessária
para facilitar o crescimento da igreja nacional em autonomia, e para
liberar recursos para áreas ainda não
evangelizadas. Deve haver um
fluxo cada vez mais livre de missionários entre os seis
continentes num
espírito de abnegação e
prontidão em servir. O alvo deve ser o de
conseguir por todos os meios possíveis e no menor
espaço de tempo, que
toda pessoa tenha a oportunidade de ouvir, de compreender e de receber
as boas novas. Não podemos esperar atingir esse alvo sem
sacrifício.
Todos nós estamos chocados com a pobreza de
milhões de pessoas, e
conturbados pelas injustiças que a provocam. Aqueles dentre
nós que
vivem em meio à opulência aceitam como
obrigação sua desenvolver um
estilo de vida simples a fim de contribuir mais generosamente tanto
para aliviar os necessitados como para a
evangelização deles.
10. Evangelização e
Cultura
O desenvolvimento
de estratégias para a evangelização
mundial requer metodologia nova e
criativa. Com a bênção de Deus, o
resultado será o surgimento de
igrejas profundamente enraizadas em Cristo e estreitamente relacionadas
com a cultura local. A cultura deve sempre ser julgada e provada pelas
Escrituras. Porque o homem é criatura de Deus, parte de sua
cultura é
rica em beleza e em bondade; porque ele experimentou a queda, toda a
sua cultura está manchada pelo pecado, e parte dela
é demoníaca. O
evangelho não pressupõe a superioridade de uma
cultura sobre a outra,
mas avalia todas elas segundo o seu próprio
critério de verdade e
justiça, e insiste na aceitação de
valores morais absolutos, em todas
as culturas. As missões muitas vezes têm
exportado, juntamente com o
evangelho, uma cultura estranha, e as igrejas, por vezes, têm
ficado
submissas aos ditames de uma determinada cultura, em vez de
às
Escrituras. Os evangelistas de Cristo têm de, humildemente,
procurar
esvaziar-se de tudo, exceto de sua autenticidade pessoal, a fim de se
tornarem servos dos outros, e as igrejas têm de procurar
transformar e
enriquecer a cultura; tudo para a glória de Deus.
11. Educação e
Liderança
Confessamos que às
vezes temos nos empenhado em conseguir o crescimento
numérico da igreja
em detrimento do espiritual, divorciando a
evangelização da edificação
dos crentes. Também reconhecemos que algumas de nossas
missões têm sido
muito remissas em treinar e incentivar líderes nacionais a
assumirem
suas justas responsabilidades. Contudo, apoiamos integralmente os
princípios que regem a formação de uma
igreja de fato nacional, e
ardentemente desejamos que toda a igreja tenha líderes
nacionais que
manifestem um estilo cristão de liderança
não em termos de domínio, mas
de serviço. Reconhecemos que há uma grande
necessidade de desenvolver a
educação teológica, especialmente para
líderes eclesiásticos. Em toda
nação e em toda cultura deve haver um eficiente
programa de treinamento
para pastores e leigos em doutrina, em discipulado, em
evangelização,
em edificação e em serviço. Este
treinamento não deve depender de uma
metodologia estereotipada, mas deve se desenvolver a partir de
iniciativas locais criativas, de acordo com os padrões
bíblicos.
12. Conflito Espiritual
Cremos que estamos
empenhados num permanente conflito espiritual com os principados e
potestades do mal, que querem destruir a igreja e frustrar sua tarefa
de evangelização mundial. Sabemos da necessidade
de nos revestirmos da
armadura de Deus e combater esta batalha com as armas espirituais da
verdade e da oração. Pois percebemos a atividade
no nosso inimigo, não
somente nas falsas ideologias fora da igreja, mas também
dentro dela em
falsos evangelhos que torcem as Escrituras e colocam o homem no lugar
de Deus. Precisamos tanto de vigilância como de discernimento
para
salvaguardar o evangelho bíblico. Reconhecemos que
nós mesmos não somos
imunes à aceitação do mundanismo em
nossos atos e ações, ou seja, ao
perigo de capitularmos ao secularismo. Por exemplo, embora tendo
à
nossa disposição pesquisas bem preparadas,
valiosas, sobre o
crescimento da igreja, tanto no sentido numérico como
espiritual, às
vezes não as temos utilizado. Por outro lado, por vezes tem
acontecido
que, na ânsia de conseguir resultados para o evangelho, temos
comprometido a nossa mensagem, temos manipulado os nossos ouvintes com
técnicas de pressão, e temos estado
excessivamente preocupados com as
estatísticas, e até mesmo utilizando-as de forma
desonesta. Tudo isto é
mundano. A igreja deve estar no mundo; o mundo não deve
estar na
igreja.
13. Liberdade e
Perseguição
É dever de toda
nação, dever que foi estabelecido por Deus,
assegurar condições de paz,
de justiça e de liberdade em que a igreja possa obedecer a
Deus, servir
a Cristo Senhor e pregar o evangelho sem quaisquer
interferências.
Portanto, oramos pelos líderes das
nações e com eles instamos para que
garantam a liberdade de pensamento e de consciência, e a
liberdade de
praticar e propagar a religião, de acordo com a vontade de
Deus, e com
o que vem expresso na Declaração Universal do
Direitos Humanos. Também
expressamos nossa profunda preocupação com todos
os que têm sido
injustamente encarcerados, especialmente com nossos irmãos
que estão
sofrendo por causa do seu testemunho do Senhor Jesus. Prometemos orar e
trabalhar pela libertação deles. Ao mesmo tempo,
recusamo-nos a ser
intimidados por sua situação. Com a ajuda de
Deus, nós também
procuraremos nos opor a toda injustiça e permanecer
fiéis ao evangelho,
seja a que custo for. Nós não nos esquecemos de
que Jesus nos preveniu
de que a perseguição é
inevitável.
14. O Poder do Espírito Santo
Cremos no poder
do Espírito Santo. O pai enviou o seu Espírito
para dar testemunho do
seu Filho. Sem o testemunho dele o nosso seria em vão.
Convicção de
pecado, fé em Cristo, novo nascimento cristão,
é tudo obra dele. De
mais a mais, o Espírito Santo é um
Espírito missionário, de maneira que
a evangelização deve surgir espontaneamente numa
igreja cheia do
Espírito. A igreja que não é
missionária contradiz a si mesma e debela
o Espírito. A evangelização mundial
só se tornará realidade quando o
Espírito renovar a igreja na verdade, na sabedoria, na
fé, na
santidade, no amor e no poder. Portanto, instamos com todos os
cristãos
para que orem pedindo pela visita do soberano Espírito de
Deus, a fim
de que o seu fruto todo apareça em todo o seu povo, e que
todos os seus
dons enriqueçam o corpo de Cristo. Só
então a igreja inteira se tornará
um instrumento adequado em Suas mãos, para que toda a terra
ouça a Sua
voz.
15. O Retorno de Cristo
Cremos que Jesus
Cristo voltará pessoal e visivelmente, em poder e
glória, para consumar
a salvação e o juízo. Esta promessa de
sua vinda é um estímulo ainda
maior à evangelização, pois
lembramo-nos de que ele disse que o
evangelho deve ser primeiramente pregado a todas as
nações. Acreditamos
que o período que vai desde a ascensão de Cristo
até o seu retorno será
preenchido com a missão do povo de Deus, que não
pode parar esta obra
antes do Fim. Também nos lembramos da sua
advertência de que falsos
cristos e falsos profetas apareceriam como precursores do Anticristo.
Portanto, rejeitamos como sendo apenas um sonho da vaidade humana a
idéia de que o homem possa algum dia construir uma utopia na
terra. A
nossa confiança cristã é a de que Deus
aperfeiçoará o seu reino, e
aguardamos ansiosamente esse dia, e o novo céu e a nova
terra em que a
justiça habitará e Deus reinará para
sempre. Enquanto isso, nos
re-dedicamos ao serviço de Cristo e dos homens em alegre
submissão à
sua autoridade sobre a totalidade de nossas vidas.
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